Mood Board: Rosa

Rosinha é sempre fofinho e meigo…? Foi-se o tempo! Em um mundo mais livre como o que vivemos hoje, as cores ganham novos contextos, e podemos criar e inovar muito mais! Não que a feminilidade do rosa não seja super interessante e até divertida, mas essa cor pode oferecer um mundo muito maior de possibilidades

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Clau

Dolce & Gabbana 2015

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E Viva la Mamma!

Para o próximo inverno europeu os estilistas Domenico Dolce e Stefano Gabbana desenharam uma coleção com um foco único: “ la Mamma!” Uma homenagem super fashion às nossas origens, à pessoa que é sempre presente em qualquer momento, à todas as mães do mundo!

Junto aos modelos clássicos da marca, os estilistas propõem vestidos, saias e acessórios com estampas de desenhos de crianças feito para as mães, exatamente como os bilhetinhos que recebemos dos nossos filhos e que sempre nos fazem emocionar! Vocês lembram o véu do vestido de casamento da Angelina Jolie, com bordados de desenhos dos filhos dela?

Uma mãe e diferentes estilos: na versão “hot” e ousada, vestindo couro preto e manta de pelo de raposa, ou também na versão “sweet” e delicada, com rosas aplicadas e bordadas e como fantasia impressa em tecidos.

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E enfim para completar o look, fones de ouvido para o ipod que se transformam na coroa perfeita para uma rainha moderna.

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Agora é só escolher a versão preferida!

Georgia

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Post escrito pela designer Geórgia Turri, nossa correspondente na Europa.

Radar de tendências: Street style

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Um inverno elegante, arrumado, com muita inspiração na moda masculina e nas décadas de 60 e 70. Mulher poderosa e cheia de personalidade e, claro, bem quentinha…!

As semanas de moda acabaram, mas os looks clicados nas ruas das grandes capitais fashion foram devidamente registrados! E como lá o clima era de muito frio na época, e a nossa próxima parada são as temperaturas mais baixas, vamos nos inspirar nelas para criar as nossas produções de inverno?

O que bombou no street style?

Continuam firmes e fortes as franjas, o toque militar, as calças flare e as botas over the knee. Chegam com muita força as peles falsas, os chapéus estilo “boy cap” e o jeans decorado (medo.. rs).

Vamos às imagens?

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Clau

O make da próxima estação – trends para ficar de olho!

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O que as semanas de moda nos mostram além das tendências de vestuário e acessórios para as estações que vão começar? As tendências de beleza, claro!

Neste post vou compartilhar o que achei de mais interessante nos desfiles do mês que passou no quesito: maquiagem. São apostas, com certeza, mas geralmente as fashion weeks não erram. Então tomem nota, gurias!

1. Marrom, roxo e bronze

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A versatilidade do marrom faz dele um dos queridinhos do momento no mundo da beleza. Vimos muitas sombras marrons nos desfiles! Os roxos também apareceram muito sobre os olhos, geralmente em tom suaves. Já o bronze vem pra trazer o ar “sol de praia”, que deixa todo mundo mais bonito!

2. Delineado bem definido

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O reinado dos “olhos de gatinho” continua! Muitas grifes apostaram nele como protagonista das makes, tanto no estilo bem fininho quanto os mais grossos e fortes. Para deixar a make mais moderna, deixe a pálpebra limpa, sem passar sombra sobre o delineado.

3. Esfumado intenso

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Também um clássico, que dificilmente sai de moda. Os esfumados de 2015 vem irregulares, dramáticos e monocromáticos. Preto e marrom são as cores mais usadas. Uma sugestão é apostar no batom nude, blush suave e esfumado bem marcante!

4. Pontos de cor

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Super modernos! Cool, despretensioso e divertido. Mais difícil e arriscado de se usar, mas com certeza uma ótima sugestão para experimentar com os novos padrões de make que estão surgindo. Ficar estagnado no passado não tem graça nenhuma, né?

Além desses destaques, vale mencionar a tendência da “cara limpa” que é usar o mínimo de maquiagem possível ou nenhuma maquiagem mesmo. E, claro, não podemos esquecer dos lábios super marcantes com batons incríveis, falamos dos escuros aqui na semana passada, estão lembradas?

Me contem… Vão aderir?

bjs

Clau

Nem todos os pregos precisam de um martelo

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Não viajo pelo mundo para conhecer lugares. Não caminho pelas ruas de cidades desconhecidas procurando monumentos. Também não tenho tanto interesse por tendências e estilos. Minha curiosidade é sempre voltada para as pessoas. Delas derivam todas as outras coisas.

Nunca fui do tipo que se enturma fácil. Tenho um pouco de vergonha de conversar com quem não conheço. Atitude receosa que tem se agravado com a idade, para desespero da minha esposa. Ela sim ama conversar. Eu, por outro lado, apenas observo sem julgamentos e aprendo.

Sempre fui curioso. E quando estou fora de casa, minha atenção é direcionada a entender os diferentes sabores, odores e cores que constroem máquinas humanas tão diferentes. Complexas em sua individualidade e na forma de enxergar o mundo. Um punhado de restos de estrelas mortas que, agrupadas, adquirem consciência. A mágica da cosmologia não está no universo além do nosso planeta, mas nas criações que estão dentro de cada um de nós.

Esse é o estado de espírito que eu fico quando descubro um lugar novo.

E foi com esse coração aberto que cheguei em Tóquio.

Existe um ditado japonês que diz: “Se você enxerga um prego, martele ele.” Em outras palavras, as diferenças não são bem-vindas em uma sociedade vigiada, hierárquica e respeitosa de suas tradições. A individualidade deve ceder espaço ao bem social, mesmo que isso seja contrário a sua natureza. Uma visão muito diferente do que eu defendo e acredito. Mas não posso negar que esse aspecto da sociedade japonesa cria condições únicas para o florescimento de pessoas. De um lado, um grupo que presa e segue a conduta estabelecida. De outro, quem aceita e expressa suas diferenças. Uma sopa contraditória interessante que ainda é temperada com muitos estrangeiros. Todos formam essa sociedade não homogênea que caracteriza Tóquio.

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Não faz muito que o Japão abriu seus olhos para o mundo (sem intenção no trocadilho). Foi apenas na dinastia Meiji que os costumes ocidentais impulsionaram a industrialização e a transformação do Japão feudal em uma potência econômica. Pouco mais de 150 anos. Não é muito quando pensamos em história.

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Assim, eu deveria agradecer ao imperador Mutsuhito (nome de batismo de Meiji) pelas oportunidades que ele me deu aceitando os chamados o-yatoi gaikokujin. Especialistas não japoneses contratados em várias áreas do conhecimento. Graças a essa abertura, que começou em 1867, eu tive a chance de conhecer um bar escondido e cheio de estrangeirismos. Chamado de JBS, no segundo andar de um prédio discreto, não muito longe da famosa esquina de Shibuya. Um lugar incrível, onde o mais interessante não são os mais de 10.000 discos de Jazz. Ou a arquitetura meticulosamente trabalhada e simples em madeira clara vintage. Também não foi a estrela da noite o impecável whisky Yamazaki, que para muitos é o melhor do mundo. A grande e incrível joia do lugar é seu dono.

Um senhor de 60 e poucos anos, japonês, especialista em música negra americana. Tomamos o bar de assalto e, literalmente, viramos ele de cabeça para baixo, dançando. O público local, não acostumado com aquela agitação, abandonou o lugar. Mas quem ficou abraçou nosso espírito. Lá conhecemos Joana, editora de uma das revistas alternativas mais legais, a Champ Magazine. Ela nos convidou para um café, no dia seguinte, em um outro lugar, não muito longe dali, para saber mais sobre aquela galera engraçada que não parava de dançar.

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Acordei e encontrei meus amigos para uma caminhada na região do Harujuku, ainda em Shibuya, antes de vermos Joana. E foi caminhando pelas ruas estreitas desse bairro que consegui observar muito sobre a forma com que os japoneses expressam sua individualidade. Mas antes de me aprofundar, é incrível e impossível não comentar que a região do Harujuku fica à sombra de um santuário edificado em homenagem a Meiji. O mesmo imperador que abriu o Japão. Coincidência ou destino?

Passeando pela região, logo na saída da estação, próxima da rua Takeshita, você encontra, aos domingos, os famosos Cosplay. Os teenagers se encontram para serem iguais em sua tribo, mas completamente diferentes de todo o resto. Cabelos coloridos, fantasias de mangás e lentes púrpura ou azul. Eles se misturam e interagem nas milhares de lojas que pipocam dos dois lados da rua. Parecia que eu estava dentro de algum anime, desenho típico japonês.

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Um pouco mais afastada da estação de Harujuku, ficam as lojas mais conceituais. Nelas, os hipsters japoneses e imigrantes encontram abrigo. A variedade é grande, denin wear, alta costura, skate/street wear, lojas de chapéus, de vestidos, grifes famosas, newcomers, acessórios. Tudo muito caro, bem acabado e lindo. Nessas lojas, o resto dos japoneses abastecem seus guarda-roupas e comprovam sua fama de fashionistas. Haruna, nossa produtora japonesa, era uma delas. Com apenas 42 quilos e pouco mais de 1,50m, essa japonesinha sabe medir e escolher meticulosamente cada peça que adornava sua pequena constituição. Nada de roupas infantis. Com 32 anos, ela tinha que se vestir de forma elegante e fashion, ou passaria facilmente por uma menina de 12 anos. Ela era a antítese dos teenagers da rua Takeshita. Mas em sua necessidade de expressar a individualidade, tinha o mesmo espírito. Mais um prego solto na madeira.

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Encontramos Joana, a jornalista australiana de que falei antes, num lugar incrível chamado Deus Ex Machina. É uma loja que mistura surf e motociclismo. No primeiro andar fica um café delicioso. Sentamos Eu, Joana, Filipe Zappelini (diretor), Fabiano Rodrigues (fotografo) e lá conhecemos Storm, uma jornalista canadense descendentes de vietnamitas que estava morando em Tóquio. Aproveitamos o final de tarde do lado de fora da esquina onde ficava a loja, com uma cerveja local. Todos se deliciavam com o sol que já se escondia atrás dos prédios. Ninguém falava nada, apenas sorviam os raios de sol e aquele momento que não voltaria, aproveitando cada segundo como se fosse o último. Sim, todo segundo é único quando estamos presentes. Sem culpas passadas ou ansiedades futuras. Apenas o sol e a companhia de pessoas legais. Nada mais.

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Seguimos para uma festa escondida na porta de tras de um restaurante, ainda no Harujuku. Um lugar pequeno, espremido e muito bem decorado. No primeiro andar, uma DJ francesa tocava algo semelhante a Minimal Techno. No segundo andar, uma turma deitava no chão, em um tatame, escutando um DJ local. Aproveitei meu francês rudimentar para conversar com a menina DJ que acabara o seu set. Chloé era fluente em japonês e tinha um inglês tão perfeito que intimidava, com apenas 23 anos. Ela me prometeu me passar o set list que ela tocou já que nem com o aplicativo Shazan consegui descobrir quais eram as músicas. Meus sentidos estavam estimulados e aguçados, queria absorver tudo.

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A noite terminou já no outro dia pela manhã com uma tigela de ramen em um restaurante sujo de Shinjuku, rodeado por prostíbulos e outros estabelecimentos de tolerância. Minha cabeça vagava pelos rostos de todos aqueles que conheci naquele curto espaço de tempo. Olhei ao redor e brindei na minha imaginação um último gole de saquê em terras nipônicas. “Obrigado, imperador Meiji, por nos ensinar que nem todos os pregos devem ser martelados”.

Marco

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Marco Aurélio Bezerra é meu amigo, adora viajar, publicitário da DM9 Sul e já escreveu alguns posts para o blog!
Obrigada, querido!!!

Bjs

Clau

Tendência: Body Chains

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Gurias, lembram que falamos aqui recentemente sobre as bijoux de cabeça [LINK], também chamadas de head chains? Hoje o especial “acessórios” será sobre outro tipo de corrente que está muito na moda, mas neste caso serve para decorar o corpo!

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As body chains ou “colares para o corpo” apareceram há um tempo e muita gente olhou torto. Parecia algo forçado demais, estranho e sem propósito. Mas com o avanço da tendência boho, muitas celebridades e it girls ousaram experimentar o adereço, e assim ele caiu no gosto do povo.

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Para completar, as corrente ganharam variações para diferentes partes do corpo. Cada uma com muuuitos modelos diferentes:

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E aí… Faz o seu estilo?

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Clau